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Acessando o
blog do Ike, podemos conhecer um pouco mais sobre a história da cidade perdida de Teyuna. O viajante conta como é difícil a chegada (a pé) até a cidade. No primeiro momento, ele descreve como o primeiro dia foi o mais difícil, devido às forças duras da natureza: o clima quente, a grande altitude e a dificuldade de se manter seco. No segundo dia de caminhada, Weber tem contato com uma tribo indígena
ainda primitiva, os Kogis e Kiwas. Essa tribo ainda conserva seus costumes, como mascar folha de coca e praticar rituais religiosos.
O mochileiro acampa nesses dois primeiros dias de caminhada em cabanas, deitado sobre uma rede a 1,60m de altura. Na noite do segundo dia, a rede em que Ike se encontrava despencou. Como consequência da queda, o viajante encontrou dificuldades, a partir daí, na caminhada até Teyuna.
Passaram, ele, os guias e seus companheiros, por uma floresta de
árvores que tocam o céu, como relata o blogueiro. São troncos de mais de 90 metros de altura.
Na terceira noite, Ike se vê rodeado de muitas pessoas. Ele compara o acampamento à um campo de refugiados e descreve brevemente como foi passar a noite com vários grupos turísticos.
Na manhã seguinte, às 5 horas da manhã a caminhada recomeça.
Weber enfrenta uma escada de mil e duzentos degraus de pedra para chegar à cidade perdida. Conta como a selva colombiana e a dificuldade do acesso ao local são fatores protetores da cultura ali presente e explica o fato de que o exército Colombiano se esconde na floresta, protegendo os viajantes. "
Oito visitantes foram sequestrados pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farcs), em 2003 – israelenses, ingleses, um espanhol e uma alemã." Acrescenta Ike.
Para conhecer, na íntegra, essa aventura, confira os posts escritos por Ike:
Caminhada à Cidade Perdida (parte I)
Teyuna: sagrada, perdida e escondida na selva da Colômbia (parte II)