domingo, 21 de abril de 2013

O Blog do Ike III - Cemitério Chauchilla

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Ike discorre sobre a civilização Nazca e seu cemitério. Conta como suas técnicas de mumificação foram pioneiras em toda a América. As múmias ainda se encontram ali, em exatos sete túmulos abertos. Os ossos ficam expostos à ação do vento, do sol, e da  areia e, com o passar do tempo, se as múmias não forem transportadas para um local mais seguro, essas relíquias podem ser perdidas. 
De acordo com o viajante um projeto foi desenvolvido para que elas fossem levadas para um museu, aonde poderiam ser conservadas de modo correto, mas houve desvio de recursos e não ocorreram mudanças. Essas múmias eram enterradas com tesouros e comidas, os enterros eram acompanhados de cerimônias e ritos xamânico. O local foi descoberto há pouco tempo, mas não antes de saqueadores, que retiraram peças consideradas valiosas e venderam para colecionadores. Metade das tumbas foram violadas. É interessante saber que algo tão antigo ainda está a nossa disposição e que podemos visualizá-las. Entretanto, isso tem que ocorrer de maneira correta e cuidadosa, para que outras gerações também possam ter a mesma experiência de Ike, conhecer essas relíquias daqui um tempo, em um estado conservado. 

Confira, na íntegra, o post escrito por Ike Weber:
Cemitério da Civilização Nazca

O Blog do Ike II - Chan Chan, a cidade de barro!

Chan Chan 8
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Em mais uma aventura pela América Latina, Ike conta sobre a cidade de Chan chan - Sol sol,  em português - construída pela civilização Chimu e ocupada pelos Incas, até sua dominação em 1470. Chan chan era a capital de distribuição agrícola do Império Inca. O território todo contava com mais de 10 cidadelas, cada uma com estruturas politicas e econômicas bem organizadas. Hoje, a cidade de Trujillo invade a região.
Ike conta sobre a influência dessa cultura logo após a predominância da Civilização Moche (a partir do século IX), tinham sua privacidade através de labirintos nos corredores, já que não gostavam de portas. Urbanistas aproveitaram a água a partir de estruturas hidráulicas, arquitetos projetaram as muralhas em formato de trapézio, conhecedores de abalos sísmicos que poderiam vir a ruir os palácios. Os médicos praticavam o Xamanismo à base de alucinógenos, calmantes e coagulantes naturais. Espiritualistas veneravam a lua (Shi), o mar (Ni), as ilhas e as rochas (Alaecpong), os ritos podiam ser frequentados somente pela nobreza. Com essa descrição de Ike, fica interessante imaginar e entender a cultura e a forma como viviam esses povos, e a importância dela atualmente para a história da América Latina pré-colombiana.


Conheça, na íntegra, o post escrito por Ike Weber:
Chan Chan, a cidade de barro

O Blog do Ike I - Teyuna

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Acessando o blog do Ike, podemos conhecer um pouco mais sobre a história da cidade perdida de Teyuna. O viajante conta como é difícil a chegada (a pé) até a cidade. No primeiro momento, ele descreve como o primeiro dia foi o mais difícil, devido às forças duras da natureza: o clima quente, a grande altitude e a dificuldade de se manter seco. No segundo dia de caminhada, Weber tem contato com uma tribo indígena
ainda primitiva, os Kogis e Kiwas. Essa tribo ainda conserva seus costumes, como mascar folha de coca e praticar rituais religiosos.

O mochileiro acampa nesses dois primeiros dias de caminhada em cabanas, deitado sobre uma rede a 1,60m de altura. Na noite do segundo dia, a rede em que Ike se encontrava despencou. Como consequência da queda, o viajante encontrou dificuldades, a partir daí, na caminhada até Teyuna.
Passaram, ele, os guias e seus companheiros, por uma floresta de árvores que tocam o céu, como relata o blogueiro. São troncos de mais de 90 metros de altura.
Na terceira noite, Ike se vê rodeado de muitas pessoas. Ele compara o acampamento à um campo de refugiados e descreve brevemente como foi passar a noite com vários grupos turísticos.
Na manhã seguinte, às 5 horas da manhã a caminhada recomeça.

Weber enfrenta uma escada de mil e duzentos degraus de pedra para chegar à cidade perdida. Conta como a selva colombiana e a dificuldade do acesso ao local são fatores protetores da cultura ali presente e explica o fato de que o exército Colombiano se esconde na floresta, protegendo os viajantes. "Oito visitantes foram sequestrados pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farcs), em 2003 – israelenses, ingleses, um espanhol e uma alemã." Acrescenta Ike.



Para conhecer, na íntegra, essa aventura, confira os posts escritos por Ike:
Caminhada à Cidade Perdida (parte I)
Teyuna: sagrada, perdida e escondida na selva da Colômbia (parte II)

quinta-feira, 18 de abril de 2013

A Volta ao Mundo em 80 Dias


    O livro "A Volta ao Mundo em 80 Dias" narra a aventura de um excêntrico inglês que decide, de uma hora para a outra, realizar uma viagem pelo mundo em um tempo recorde de 80 dias, ou seja, 1920 horas. A ideia parte de uma aposta feita por Phileas Fogg (personagem principal) com os seus amigos, que duvidam que a fançanha possa ser cumprida.
    Por um acaso, nesse mesmo dia, Fogg havia despedido seu antigo mordomo, James Foster e contratado no lugar um francês chamado Jean Passepartout.
    Por uma ironia do destino (ou não) Phileas resolve partir com seu novo mordomo, então, em uma viagem que traria muitas emoções à ambos.

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    A história se passa no ano de 1872, século onde uma viagem ao redor do mundo em tão pouco tempo seria considerada impossível. Júlio Verne explora o utópico, ao relatar a história de um homem e seu mordomo que decidem aceitar o desafio de viajar o mundo em apenas 80 dias.

• Características dos personagens principais:

Phileas Fogg
Phileas Fogg: personagem enigmático e misterioso. Ninguém conhece o seu passado, tão pouco os motivos que o movem. O autor o descreve como o homem menos comunicativo e sedentário em todo o mundo. Sua característica mais marcante é a pontualidade. Phileas nunca se atrasa para nada e tem uma rotina organizada e matematicamente exata. Caminha com passos iguais e nunca está com pressa. Fogg tem como unicas atividades diárias ler jornais e jogar Whist.

Jean Passepartout



Jean Passepartout: traduzindo "passepartout" para o português, encontramos o termo "pau para toda obra", que descreve perfeitamente esse personagem. Ao contrário de Phileas Fogg, Passepartout é o estereótipo francês. Comunicativo, dedicado e criativo, Jean é exemplo de pessoa aventureira. Está sempre pronto para encarar situações inusitadas.


quarta-feira, 17 de abril de 2013

"The" estrangeirismos

O que é "estrangeirismo"?
Estrangeirismos são palavras ou expressões de outros idiomas aplicadas na língua portuguesa através da aculturação. Essa figura de linguagem pode, em determinado contexto, ser considerada adequada ou inadequada.

Quando é adequado?
Muito se tem a considerar quando você analisa um estrangeirismo. É comum afirmar que ele pode ser adequado quando não há formas de tradução para o português sem alteração de sentido referente ao termo estrangeiro.

Como por exemplo: 



Na imagem à esquerda, vemos um mouse

Esse estrangeirismo pode ser considerado adequado, uma vez que, quando traduzido ao pé da letra, a palavra mouse - derivado do inglês - significa rato. A tradução do termo para a nossa língua alteraria completamente o sentido atribuído ao componente eletrônico mencionado.


Quando é inadequado? 
Ao contrário do critério de avaliação adotado para a adequação de um estrangeirismo, um termo estrangeiro que substitui uma palavra portuguesa com um sentido já existente é considerado inadequado.

Como por exemplo: 

Na imagem à direita, podemos perceber uma forma de estrangeirismo empregado de maneira inadequada. A palavra delivery - derivada, também, do inglês - substitui um termo de mesmo sentido já existente no português, que seria entrega.



É impossível para uma sociedade manter relações internacionais sem que haja essa mistura de idiomas. Deve-se atentar ao fato de que os termos gerados a partir desses encontros culturais podem ou não prejudicar o próprio país. O uso exagerado de estrangeirismos pode distorcer sentidos pré-existentes em uma língua e, com isso, empobrecer a cultura do país. 


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